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Colecionador de lágrimas: holocausto nunca mais

Linda resenha da aluna Geovana do 2° Agro E.



AUTOR: Augusto Cury


ANO DE LANÇAMENTO: 2012


Augusto Jorge Cury


Médico, psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor brasileiro de psicologia aplicada. É um dos autores mais publicados no mundo. Considerado o autor mais lido da década (2001-2010) no Brasil. Seus mais de 30 livros ultrapassaram 25 milhões de exemplares somente no Brasil e foram publicados em mais de 70 países. Autor da teoria da Inteligência Multifocal, é um dos poucos pensadores vivos cuja teoria tem alunos de pós-graduação, master internacional e doutorado. Também é autor do programa Escola da Inteligência


Resenha


O livro relata a vida de Júlio Verne um psiquiatra renomado que decide largar sua então profissão e se formar em história especialista na Segunda Guerra Mundial com foco no Nazismo. Ele é casado com Katherine professora de psicologia, os dois dão aula na mesma universidade. Júlio é um professor que ama intrigar e tirar seus alunos da zona de conforto.

Mas sua vida muda totalmente quando começa a ter pesadelos, neles ele é o carrasco dos judeus e cumpre todos os mandatos de Hitler. Com isso, acorda sempre chorando o tornando um “colecionador de lágrimas”. No decorrer da história descobre que o motivo é que aceitou viajar no passado para que o Nazismo não chegasse a ascensão, no final é solicitado a refazer a viagem. (Tem continuação do livro).


Recomendo o livro, pois ele consegue contar o que foi o Holocausto e como o povo alemão, mesmo sendo considerado um dos mais intelectuais do seu tempo, caiu nas armadilhas psicológicas de Adolf Hitler. Ele um imigrante, sua mãe sendo judia, conseguiu que uma nação inteira cultivasse o mais profundo ódio pelos judeus, ciganos, eslavos, negros, homossexuais e qual quer pessoa não pertencente à raça ariana. O autor deixa explícita a importância da história para um autoconhecimento melhor. Mas ele não relata somente o passado, também faz uma crítica aos jovens atuais por sua falta de gana de conhecimento, seu excessivo comodismo e por serem muitas vezes “filhos do sistema cartesiano” (citação ao filosofo René Descartes).


Geovana Pereira Lopes.


Aluna do 2º ano do curso integrado Técnico em Agropecuária Instituto Federal Farroupilha Campus São Vicente do Sul.


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