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A METAMORFOSE DA LAGARTA

Atualizado: 23 de Dez de 2020

Uma fábula de Gabriel Krug 2º MSI A | IFSVS


Imagem retirada da internet pelo aluno


Era uma lagartinha, adorável, aventureira, e a coisa mais meiga, que possa existir. Adora o novo, o descobrir, mas tinha uma coisa que ela sonhava em realizar, mas nunca tinha conseguido, que era voar, pois tinha medo e sabia que poderia não sair bem da situação de voo. Conhecendo a sábia Coruja Glauja de Arlander, a mais inteligente do seu reino, muito curiosa, mas ao mesmo tempo fria, ela sempre estava atrás de mais conhecimento. Assim sendo, era uma fonte de intelecto para muitos e a lagartinha foi atrás de sua ajuda.


Foi assim que a lagarta foi conversar com ela, para tentar buscar algo que nunca tinha conseguido antes. Mostrou assim o que sonhava para ela e disse:


- Eu, eu, tenho um grande sonho, poder sair do chão sabe, voar e voar, tudinho o que o sol toca, ver tudo que não consigo ver hihi, me entende!? Pode parecer bobo, mas é meu sonho, o único que nunca consegui realizar.


Respondeu calmamente para ela, como se trouxesse a sabedoria do mundo nas costas daquelas simples palavras.


- O Tempo é nosso amigo apenas quando paramos e tentamos nos conectar a ele e a nós mesmos, então é aí que realmente nos conhecemos.


Sem entender muita coisa, ela retruca, mas com o respeito que a Coruja merecia;


- Com todo o respeito, minha Senhora, hihi, isso tudo, é meio que, complicado, sabe... é, acabei não entendo nadica de nada hihihi.


A curiosidade, a fez ser cada vez mais humilde, e assim, explicar 1, 2, 3 vezes para ela. Era só uma questão de mostrar de maneira diferente, o que pensava, e assim a Glauja, necessitava repensar e mostrar outro ponto de vista, uma coisa que ela adorava fazer, ensinar.


- A única maneira de se conhecer é tendo a confiança em si mesmo e não dificultar as coisas, retirando tudo da caixinha do medo e trazendo para si.


Depois dessa resposta, a Lagartinha disse:


– Acho que até entendo, muito obrigado por isso, mas pensando internamente a maneira de absorver isso. Logo após, Glauja respondeu;


- Enfrenta ele, e conseguirás realizar tudo que tu queres.


Ela ficou matutando e revirando os pensamentos, depois dessa conversa, que chegou a um ponto que não aguentava mais pensar nisso, acabou tomando uma decisão, de pular do lugar mais alto que conseguiria chegar, para poder saber se conseguiria assim realmente se conhecer.


Chegando o dia, da sua decisão, ela subiu, subiu e subiu mais um pouco, até que não aguentava mais, mas para isso, chamou a ajuda da sua amiga Claudete, uma Tucana, alguém que ela podia contar, caso desse errado.


Se preparou, olhou a altura que estava, respirou e pensou consigo mesma tudo aquilo que a Coruja tinha dito, e assim canalizando para ela, tentando se conectar consigo, ela fechou os olhos, e pulou. Sentiu o vento bater em si, com os olhos fechados, aquela brisa da floresta, encontrando com seu rosto, quando acaba por ter a segurança de enxergar tudo que estava passando, percebe que está voando, que tem asas, as mais lindas, e assim, acaba de transformar medo, tornando-se algo passado, e tudo aquilo que ela achava que era tudo ilusão e sonhos, acabam se tornando realidade, e assim, nascendo uma belíssima e gentil: BORBOLETA.


MORAL: Nunca deixe seu próprio medo te privar de algo, às vezes, você só não está preparado para a vida magnífica que pode ter e basta largar o medo, que a transformação chega.

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